Vila Imperial levará a história do Carnaval para a Avenida do Samba

SJB

Caçula da Avenida do Samba de São João da Barra, a Vila Imperial desfila neste ano com o enredo “É Carnaval”, na segunda-feira, 3 de março, às 22h. No barracão da escola que foi fundada há 7 anos, os trabalhos começaram em novembro e seguem a todo vapor. O ritmo acelerado é para finalizar alegorias e adereços. Uma equipe com 12 profissionais está fazendo de tudo para concluir os serviços até esta sexta, 28.

“Vamos fazer uma viagem no tempo e contar a história do Carnaval, essa grande festa popular que se tornou profana no século XV. Da antiguidade até os dias atuais, vamos passar pelo Egito, Roma, Itália, Portugal e a chegada ao Brasil. Esse enredo vai fazer com que as pessoas entendam um pouco da nossa arte, e de como surgiu essa festa milenar”, explicou o carnavalesco Eduardo Rodrigues.

Com coreografia de Jonathan Martins e Arthur Lima, caberá à comissão de frente, que utilizará um tripé, a responsabilidade de apresentar ao público o enredo da Vila Imperial. “Nesse primeiro contato da escola com o folião, vamos mostrar a primeira visão do enredo, com uma mistura de cor, dança e alegria, para contar da melhor forma o Carnaval”, relatou Jonathan.

Cerca de 120 componentes participarão do desfile, que contará com dois tripés, cinco alas e o carro-chefe. Maria Rita Pinto Barreto é a rainha da escola, que conta ainda com Carlatriz Lopes como rainha de bateria. Márcio Valério e Luana Carvalho Ferreira, mestre-sala e porta-bandeira, vão levar o pavilhão pela Avenida do Samba.

A agremiação trará ainda os destaques que desfilarão no chão, tripé e no carro alegórico, com representações do Boi Ápis, deusa Ísis, Arlequim, Galo da Madrugada, Baco, Ninfa, Entrudo Português e o Rei Momo, entre outros.

O samba-enredo, de composição de Daniel Faes, José Eduardo Pereira e Gilberto Júnior Fonseca, será cantando pelos intérpretes Sued Sena, Claudinho Santos, Laleska Meirelles e Cleyton Damasceno, que vêm acompanhados por 30 ritmistas da bateria, que representarão o Olodum e foram ensaiados pelos mestres Thalles Malhardes e Mateus Cunha.

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