Moradores do Açu enfrentam apagões e relatam prejuízos: “Uma das piores empresas de energia”

SJB

São João da Barra, RJ – O distrito do Açu viveu um sábado (5) de instabilidade e revolta. Diversos moradores relataram quedas constantes de energia elétrica ao longo do dia, com picos frequentes e interrupções sucessivas no fornecimento, causando insegurança, prejuízos e indignação. A situação se agravou por volta das 20h40, quando houve três apagões seguidos, afetando praticamente toda a localidade.

O caos no fornecimento de energia mobilizou os moradores, que procuraram o Radar SJB para relatar os transtornos. Entre as principais queixas estão o medo da queima de eletrodomésticos — como geladeiras, televisores e aparelhos eletrônicos —, além da ausência de sinal de celular, o que dificultou ainda mais a comunicação em caso de emergência.

“Com esses piques de energia, nada aguenta. A Enel é uma das piores empresas de energia dos últimos anos. A conta é uma das mais caras que pagamos, mas a manutenção da rede é esquecida”, desabafou uma moradora, indignada com a recorrência do problema.

Em outro relato, uma moradora expressou sua frustração:

“Mais uma vez. Assim se deixa queimar tudo”, afirmou, após as quedas seguidas no início da noite.

A instabilidade energética atingiu não apenas residências, mas também afetou o funcionamento de pequenos comércios e prejudicou atividades básicas da população local. O medo de danos permanentes em equipamentos eletrônicos e a falta de resposta da concessionária aumentaram a tensão no distrito.

“Uma luta pra conseguir mandar mensagem. Praticamente o Açu todo está assim”, relatou um morador, ao mencionar a dificuldade de se comunicar até mesmo por aplicativos de mensagem.

Até o momento da publicação desta matéria, a Enel não havia se pronunciado oficialmente sobre o problema. Moradores cobram uma resposta urgente da empresa e ações efetivas para restabelecer o fornecimento de forma estável e evitar que a situação volte a se repetir.

Enquanto isso, a população do Açu segue convivendo com a instabilidade e o receio de que o descaso se torne rotina.

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