A Prefeitura de São João da Barra, por meio do Núcleo de Controle de Zoonoses (NCZ), inicia nesta sexta-feira, 16, o primeiro de cinco mutirões de verão voltados à prevenção e ao combate à dengue, zika e chikungunya. A ação acontecerá simultaneamente em áreas da sede do município, além dos distritos de Atafona e Grussaí, incluindo localidades do outro lado da lagoa.
Ao todo, cerca de 70 profissionais estarão mobilizados para atuar diretamente nas ruas, reforçando as estratégias de controle do mosquito Aedes aegypti, transmissor das três doenças. Como já ocorre tradicionalmente durante o período de verão, os agentes de endemias irão percorrer residências, comércios e outros estabelecimentos, orientando moradores e comerciantes sobre práticas simples e eficazes para evitar a proliferação do inseto.
Durante as visitas, também será realizada a aplicação de larvicidas em locais identificados como potenciais focos do mosquito, além de ações educativas que reforçam a importância da eliminação de recipientes que acumulam água parada.
O diretor do Núcleo de Controle de Zoonoses, Matheus Moreira, destacou a importância da participação da população para o sucesso da iniciativa.
“Mais uma vez, esperamos a colaboração de todos, recebendo bem nossos profissionais e seguindo as orientações que serão passadas. Dessa forma, iniciamos 2026 com a expectativa de manter baixos os índices de arboviroses em nosso município”, afirmou.
Após o mutirão desta sexta-feira, as equipes retornarão às ruas nos dias 23 e 30 de janeiro, 6 de fevereiro (sextas-feiras) e 11 de fevereiro, uma quarta-feira. A expectativa do NCZ é que, até a realização do último mutirão, todos os pontos do município sejam alcançados pelas ações preventivas.
O trabalho contínuo já apresenta resultados positivos. No último Levantamento de Índice Rápido de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), realizado em novembro, São João da Barra registrou índice de apenas 0,5%, classificado como baixo, reforçando a eficácia das ações integradas entre poder público e população.
A orientação segue sendo a mesma: eliminar água parada, manter caixas d’água vedadas e permitir o acesso dos agentes de saúde aos imóveis, contribuindo para a proteção coletiva e a saúde pública.


